Trabalhos Científicos




1. REGRAS PARA SUBMISSÃO DE RESUMOS DE TRABALHOS

O 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva receberá resumos de trabalhos até o dia 13 de junho de 2022, às 21h (horário de Brasília). Os resumos somente poderão ser submetidos pela internet, por meio do site do Congresso.

Após preencher o formulário de inscrição, você poderá enviar o seu trabalho, acompanhar todo o processo de avaliação e emitir seu recibo de pagamento, sempre informando seu login e sua senha. Se você ainda não se inscreveu, clique aqui para preencher o formulário de inscrição. Se você já se registrou, utilize seu login e sua senha para acessar a área restrita e clique em “Meus Trabalhos”.

Limite de resumos por participante

Cada participante poderá submeter no máximo dois resumos vinculados à sua inscrição. Não há limite para participação em coautoria de trabalhos inscritos por outros participantes.

Obrigatoriedade de pagamento da taxa de inscrição

Para submeter os resumos não é necessário efetuar o pagamento da inscrição. Entretanto, caso o trabalho seja aprovado, a inclusão na programação do evento está condicionada ao pagamento da inscrição até 23 de setembro de 2022.

Se o autor responsável pelo trabalho não efetuar a inscrição no Congresso, a responsabilidade pelo trabalho poderá ser transferida para um coautor que esteja com a taxa de inscrição paga, por meio de mensagem para o e-mail trabalhos2022@saudecoletiva.org.br até o dia 23 de setembro

 

 

Atenção: Mudanças relativas às Apresentações Curtas Assíncronas.

1. Nesta modalidade, o apresentador deverá ser um dos co-autores, porém somente o autor responsável pelo trabalho precisa efetuar o pagamento da inscrição até o dia 23 de setembro e comparecer ao Congresso, a fim de que o certificado de apresentação do referido trabalho seja emitido.

2. Cada autor responsável poderá ficar com a responsabilidade de até cinco trabalhos, respeitando o máximo de duas Comunicações Orais.

 

Os valores com descontos possuem prazo limitado! Veja com atenção essa informação na seção inscrições.

Nos casos de pagamento da taxa de inscrição por meio de nota de empenho, esta deverá ser encaminhada para a secretaria do evento até o dia 23 de setembro de 2022.



2. CATEGORIAS

Há três categorias de apresentação de trabalhos para seleção no Congresso:

  1. Abrasco Jovem
  2. Relato de Pesquisa
  3. Relato de Experiência em Saúde Coletiva

 

2.1. Abrasco Jovem

 

Apenas serão aceitos para esta categoria resumos em que o autor principal preencha um dos dois requisitos a seguir:

 

- Estudante de graduação

- Estudante de pós-graduação ou profissional com até 35 anos de idade.

 

Os autores deverão optar por enviar o resumo como Relato de Pesquisa ou Relato de Experiências em Saúde Coletiva e informar qual critério é atendido.

 

2.2. Resumo de Relato de Pesquisa

Relatos de Pesquisas são trabalhos originais que se orientam por uma pergunta ou hipótese, que têm um método científico explicitado e que descrevem os resultados criticamente em cotejo com a literatura.

 

  • Título: deve ser objetivo, conciso e informativo. O campo deve ser preenchido com LETRAS EM CAIXA ALTA e conter até 170 caracteres, considerando os espaços.
  • Autores: informar nome completo, nome em formato para referência e filiação institucional. Primeiro deve ser informado o autor principal e em seguida, se houver, o(s) coautor(es). Máximo de 10 (dez) autores.
  • Resumo: o texto deve ser objetivo e conciso. Os tópicos a seguir são obrigatórios e possuem campos específicos para preenchimento. Esses campos não devem ser preenchidos com letras em caixa alta. Entre parêntesis, estão o número máximo de caracteres de cada campo, incluindo os espaços.

Apresentação/Introdução (400)

Objetivos (250)

Metodologia (700)

Resultados (700)

Conclusões/Considerações (450)

 

Observação:

 

Gráficos, tabelas, imagens e lista de referências bibliográficas não poderão ser incluídos devido à limitação de espaço.

 

  • Eixo temático: Selecionar de acordo com a listagem publicada abaixo.
  • Apresentador do trabalho: indicar o nome, a filiação institucional e o e-mail do autor principal ou coautor que apresentará o trabalho.
  • Modalidade preferencial de apresentação: escolher uma das quatro opções disponíveis.

(a) Comunicação Oral

(b) Apresentação Curta Assíncrona

(c) Outras Linguagens

(d) a critério da Comissão Cientifica.

  • Fonte(s) de financiamento: crédito a órgãos financiadores da pesquisa, se pertinente.
  • Conflito de interesses: Os autores devem informar qualquer potencial conflito de interesse, incluindo interesses políticos e/ou financeiros associados a patentes ou propriedade, provisão de materiais e/ou insumos e equipamentos utilizados no estudo pelos fabricantes. Veja as orientações constantes no item 4 destas regras.
  • Cada pessoa listada como autor(a) dos trabalhos deve ter: (1) contribuições substanciais para a concepção ou delineamento do estudo; ou a aquisição, análise ou interpretação dos dados do trabalho; (2) participação na elaboração do resumo; (3) aprovação final da versão do resumo a ser publicada; (4) concordância em ser responsável por todos os aspectos do trabalho, no sentido de garantir que as questões relacionadas à exatidão ou à integridade de qualquer parte da obra sejam devidamente investigadas e resolvidas. Os autores e autoras devem ter confiança na integridade das contribuições de todos os demais.

 

2.3. Resumo de Relato de Experiência em Saúde Coletiva

Nos resumos de Relato de Experiência em Saúde Coletiva, o(s) autor(es) deve(m) relatar o objeto da experiência, o contexto no qual ocorreu, a descrição da execução (incluindo período de realização, local e sujeitos envolvidos, técnicas adotadas), análise crítica dos resultados, lições aprendidas e contribuições para a Saúde Coletiva.

Nesta categoria de trabalhos, serão aceitos relatos de experiências que foram desenvolvidas ou estão em curso. Essa categoria não se destina, portanto, à apresentação de resultados de pesquisas científicas.

  • Título: deve ser objetivo, conciso e informativo. O campo deve ser preenchido com LETRAS EM CAIXA ALTA e conter até 170 caracteres, considerando os espaços.
  • Autores: informar nome completo, nome em formato para referência e filiação institucional. Primeiro deve ser informado o autor principal e em seguida, se houver, o(s) coautor(es). Máximo de 10 (dez) autores.
  • Resumo: o texto deve ser objetivo e conciso. Os tópicos a seguir são obrigatórios e possuem campos específicos para preenchimento. Esses campos não devem ser preenchidos com letras em caixa alta. Entre parêntesis, estão o número máximo de caracteres de cada campo, incluindo os espaços.

Período de Realização (100)

Objeto da experiência (150)

Objetivos (300)

Metodologia (500)

Resultados (500)

Análise Crítica (500)

Conclusões e/ou Recomendações (450)

 

Observações:

 

Indicar o período de realização, considerando que não serão aceitas experiências concluídas há mais de três anos.

 

Gráficos, tabelas, imagens e lista de referências bibliográficas não poderão ser incluídos devido à limitação de espaço.

 

  • Eixo temático: Selecionar de acordo com a listagem publicada abaixo.
  • Apresentador do trabalho: indicar o nome, a filiação institucional e o e-mail do autor principal ou coautor que apresentará o trabalho.
  • Modalidade preferencial de apresentação: escolher uma das quatro opções disponíveis.

(a) Comunicação Oral

(b) Apresentação Curta Assíncrona

(c) Outras Linguagens

(d) a critério da Comissão Cientifica.

  • Fonte(s) de financiamento: crédito a órgãos financiadores do projeto, se pertinente.
  • Conflito de interesses: Os autores devem informar qualquer potencial conflito de interesse, incluindo interesses políticos e/ou financeiros associados a patentes ou propriedade, provisão de materiais e/ou insumos e equipamentos utilizados no estudo pelos fabricantes. Veja as orientações constantes no item 4 destas regras.
  • Cada pessoa listada como autor(a) dos trabalhos deve ter: (1) contribuições substanciais para a concepção ou delineamento do estudo; ou a aquisição, análise ou interpretação dos dados do trabalho; (2) participação na elaboração do resumo; (3) aprovação final da versão do resumo a ser publicada; (4) concordância em ser responsável por todos os aspectos do trabalho, no sentido de garantir que as questões relacionadas à exatidão ou à integridade de qualquer parte da obra sejam devidamente investigadas e resolvidas. Os autores e autoras devem ter confiança na integridade das contribuições de todos os demais.


3. EIXOS TEMÁTICOS

Eixo 01 - Relações saúde, ambiente e sociedade

O atual modelo de desenvolvimento de capitalismo globalizado, neoliberal e neoextrativista tem gerado profunda crise socioambiental e sanitária, de repercussões sem precedentes sobre a vida no planeta, em especial sobre as populações mais vulnerabilizadas do Sul Global. As importantes desigualdades entre povos e países levam ao aprofundamento de iniquidades e injustiças sociais, sanitárias e ambientais. O neoextrativismo se articula aos chamados “pacotes da destruição e do veneno”, ameaça a sustentabilidade e direitos dos povos tradicionais, indígenas e quilombolas. Soma-se a isso a atuação de grandes corporações que atuam na produção e comércio de alimentos ultraprocessados, cigarros, bebidas alcoólicas, medicamentos, entre outros, que atuam nos meios de comunicação, e cujas ações políticas corporativas visam o enfraquecimento de políticas públicas e a expansão do lucro. A identificação de grupos populacionais vulnerabilizados submetidos a diferentes situações de risco é uma tarefa imprescindível para a elaboração de programas preventivos e para a transição em direção a sociedades mais justas, sustentáveis e saudáveis. Os efeitos das mudanças ambientais e os impactos desses processos na saúde humana comportam diversos níveis de análises e abordagens multidisciplinares, transdisciplinares e interculturais. São necessários o diálogo e o respeito pelos saberes populares e tradicionais. As graves ameaças democráticas e socioambientais em nosso país exigem políticas cientificamente informadas, dialógicas e includentes. Ações intersetoriais envolvendo as áreas de meio ambiente, de agricultura e abastecimento, da educação, do desenvolvimento urbano, da saúde, entre outras, além do permanente diálogo com os movimentos sociais e representantes das populações mais vulnerabilizadas são urgentes. Nesse eixo se incluem os estudos populacionais com comunidades tradicionais indígenas e quilombolas e os estudos epidemiológicos em saúde ambiental.

Eixo 02 - Desafios e caminhos para (re)construção do Brasil e o papel das políticas sociais

As políticas neoliberais vigentes no Brasil vêm se intensificando a partir do golpe de 2016 com a diminuição do papel do Estado, a imposição do teto de gastos, a diminuição de direitos trabalhistas e a extinção de diversas políticas públicas, incluindo aquelas direcionadas a grupos sociais minoritários. Este quadro, agravado pela pandemia de Covid-19, traz consequências gravíssimas para a maioria da população. A atuação do governo federal impede o desenvolvimento do país e insere milhões de brasileiros e brasileiras na pobreza. Após as eleições de 2022, precisaremos de muito investimento material e humano e, sobretudo, de muita união e solidariedade para iniciar a construção de uma nova realidade nacional na qual a saúde terá um papel fundamental. Neste eixo se enquadram trabalhos originais e experiências para reflexão e debate que tenham como perspectiva a retomada dos direitos sociais e o fortalecimento do SUS. Serão incluídos estudos englobando: desafios e barreiras na criação, implementação de políticas públicas no Brasil; impacto de políticas de austeridade na educação e na saúde; estratégias organizacionais e arranjos locais de trabalho para garantia dos princípios constitucionais do SUS; avaliações de novas ações estratégicas em saúde; estudos sobre vigilância em saúde e sistemas de informação em saúde, políticas para a garantia do direito à saúde das populações vulnerabilizadas; participação do controle social no SUS; desafios para a regulação do crescente setor privado de saúde e o papel de movimentos e associações da sociedade civil frente aos desafios e desmontes das políticas públicas sociais no Brasil.

Eixo 03 - Sistema Único de Saúde: desafios persistentes e perspectivas

A construção de um sistema de saúde universal, integral e gratuito - que contribua para a consecução da equidade e do direito à saúde em um país desigual como o Brasil - é uma tarefa de grande monta. Nas últimas décadas, a implementação do SUS garantiu inúmeras conquistas, mas enfrentou e enfrenta enormes desafios. O arcabouço político-institucional, a ampla gama de instituições e profissionais de saúde envolvidos, os processos de descentralização, a ampliação da oferta e do acesso em todos os níveis do sistema, a implementação e amplitude da Estratégia de Saúde da Família, a organização em redes de atenção, entre muitos outros, são êxitos do SUS. Entre os desafios persistentes, destaca-se a ausência de condições objetivas para a sustentabilidade do sistema em termos estruturais, políticos e financeiros. O desfinanciamento se agravou após a EC 95, enquanto o setor privado recebe constantes subsídios. A política de saúde do atual governo federal intensificou as propostas de privatização, mesmo em áreas antes consideradas como espaços não mercantis, como a Atenção Primária à Saúde. Os temas transversais da democracia, diversidade, inclusão e equidade serão abordados neste eixo por trabalhos que versem sobre: organização e gestão dos serviços de saúde e redes de atenção; acesso a bens e serviços; relações público-privado; avaliação de bens e serviços de saúde; regionalização e construção das regiões de saúde; relações federativas; atenção primária à saúde; regulação e proteção da saúde; financiamento; análise de políticas, estudos epidemiológicos nos três níveis de atenção à saúde, epidemiologia e controle de doenças de condição infecciosa e aquelas de condições crônicas não transmissíveis,estudos epidemiológicos de custo-efetividade de incorporação de estratégias ao SUS, entre outros.

Eixo 04 - Cidadania: fragilidades e potências da participação social

Saúde é um direito de todos, e dever do Estado: inscrição democrática, expressão de uma realidade? A cidadania, enquanto conceito relacional, exige o reconhecimento mútuo e a simetria de acesso a direitos em diversos campos da existência humana. O espaço da cidadania trata de consensos, dissensos e contradições; maneja respeito às diferenças e à diversidade, é plural, dinâmico e assume constante aperfeiçoamento ético. Requer participação social, fazendo que os sujeitos se identifiquem como iguais e livres. Esse fato é um desafio vultoso em tempos de estabilidade democrática e ele se torna mais complexo em contextos de crise política-institucional-econômica e sanitária, como no Brasil atual. Esse eixo contempla os trabalhos e experiências que abordam reformas (neo)liberais/conservadoras e seus impactos nos direitos à saúde; pluralidade de interesses e desafios para garantia de bases de apoio ao SUS; desafios e potência dos movimentos sociais na defesa do direito à saúde; dispositivos institucionais de participação e controle social no SUS; discussão sobre espaço público, ação política e ativismo em rede/democracia digital; atuação do poder legislativo e judiciário em relação ao direito à saúde; dificuldades e avanços para a garantia do direito à saúde das populações vulnerabilizadas; mecanismos de participação na formulação, implementação e avaliação de políticas, programas e ações; Educação Popular em Saúde e sua importância para o compartilhamento de saberes

Eixo 05 - A pandemia de COVID-19 e seus legados

Há mais de dois anos o mundo convive com a pandemia de Covid-19, que vem acentuando as desigualdades regionais, sociais, econômicas, de gênero e étnico-raciais. As consequências da gestão desastrosa do governo federal brasileiro, sem políticas para unificar o país no enfrentamento da pandemia, foram agravadas pelo discurso negacionista e pelo moroso e conturbado processo de aquisição de vacinas. Este eixo contempla os trabalhos que abordam a evolução da pandemia de Covid-19, seus impactos sociais, econômicos, culturais e sobre o sistema de saúde; as estratégias de identificação e controle da doença e sua efetividade; as respostas do SUS e seus subsistemas; os efeitos das iniquidades sociais, raciais, étnicas e de gênero na ocorrência da Covid-19, em suas complicações e no acesso a bens e serviços de saúde. Inclui ainda efeitos indiretos sobre a saúde, tais como o aumento da insegurança alimentar, da violência doméstica e familiar, na saúde mental, na diminuição da busca e do acesso a bens e serviços de saúde, a exemplo dos serviços de saúde sexual e reprodutiva e da atenção continuada a doenças crônicas transmissíveis e não transmissíveis. A necessidade de mudanças estruturais para alcançar a saúde, o bem viver e a justiça social confere centralidade ao debate sobre os legados da pandemia e às propostas para enfrentar os problemas de saúde e as desigualdades sociais, bem como transformar as condições sociais, ambientais, econômicas, que propiciaram sua emergência, e prevenir pandemias e epidemias futuras. Inclui, igualmente, experiências de preparação e resposta às emergências em Saúde Pública, que possam auxiliar em futuras emergências, sobre vigilância em saúde, vigilância sanitária, sistemas de informação e relações intersetoriais.

Eixo 06 - Saúde em um mundo globalizado, o diálogo Sul - Sul e a Agenda 2030

A crise sanitária desencadeada pela Covid-19 aprofundou as crises política, social, econômica, ambiental e ética preexistentes e mostrou a incompetência política e técnica da governança global e das lideranças mundiais. O Comitê Independente de Supervisão e Assessoramento para o Programa de Emergências de Saúde da OMS apontou falhas no combate à pandemia de Covid-19: insuficiência das ações de vigilância, inexistência de rede global de vigilância genômica, inadequação da comunicação de risco, deficiências dos sistemas nacionais de saúde, incapacidade de prover equipamentos e insumos, destacando-se o acesso equitativo às vacinas pressão pela desregulamentação e restrição dos direitos sociais. A crise encontrou a Saúde Pública Global enfraquecida devido à falta de investimento, associado às medidas neoliberais em numerosos Estados. Entretanto, também evidenciou a sua importância para responder pronta e adequadamente, e foi uma oportunidade para mostrar a relevância do conhecimento científico acumulado, do papel do Estado provedor e regulador, especialmente do Sistema Único de Saúde, e para obter seu reconhecimento pela população. Espera-se que esse reconhecimento possa ser convertido em mais investimentos. Na perspectiva da Saúde Coletiva, contudo, a superação da crise exige o enfrentamento de suas causas estruturais, relativas a um modo de produção concentrador de riqueza, submisso às grandes corporações nacionais e transnacionais, e predador do meio ambiente. Esse desafio requer a articulação de iniciativas políticas nos âmbitos nacional e internacional. Neste eixo espera-se contemplar estudos que discutam as grandes questões históricas, atuais e futuras a serem enfrentadas pela Saúde Coletiva, em suas nuances globais, regionais e locais, que elaborem análises críticas, e que apontem caminhos para o futuro de curto, médio e longo prazos. Incluem também, os estudos epidemiológicos com interface nos objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS) da agenda 2030, estudos epidemiológicos de ciclo de vida, comparações entre sistemas de saúde em diferentes países do Sul-Sul, dentre outros.

Eixo 07 - Saúde Coletiva e as transformações no mundo do trabalho

As transformações no mundo do trabalho nas últimas décadas, expressas pela precarização, a uberização, a destituição de direitos trabalhistas, o aumento do desemprego e do subemprego, a intensificação da jornada de trabalho e os baixos salários, entre outros fenômenos, afetam a saúde da classe trabalhadora e trazem novos e intensos desafios para os gestores da saúde. Neste eixo estarão contemplados os resumos referentes às relações/interações entre os diversos segmentos da Saúde Coletiva e o mundo do trabalho na atualidade, a saber: políticas públicas, democracia e relações de trabalho; Relação público privada na configuração do mercado de trabalho em saúde; Direitos Humanos e diversidade no mundo do trabalho: enfrentamento das discriminações relativas à sexualidade, gênero, raça, classe e deficiência. Impactos dos modelos de desenvolvimento, das tecnologias e das novas morfologias do trabalho sobre o processo saúde-doença-cuidado e o ambiente; O mundo do trabalho na pandemia e pós pandemia Covid-19; 10 anos da PNSTT: perspectivas e limites do SUS na integralidade do cuidado à saúde dos/as trabalhadores/as; Formação, estudos e pesquisas em saúde do trabalhador; Movimentos sociais, vigilância popular e participativa e a saúde dos/as trabalhadores/as; Violências no mundo do trabalho; e Relação público privada na configuração do mercado de trabalho em saúde.

Eixo 08 - Saúde Coletiva, diversidade cultural e epistemologias

O campo da Saúde Coletiva abrange uma diversidade epistemológica, ontológica, teórica, metodológica e temática que sustenta e orienta seus saberes e práticas; mostrando a pujança, a potência, mas também o desafio de um agir fronteiriço, crítico e dialógico, uma proposta interdisciplinar comprometida com valores democráticos e com o enfrentamento das iniquidades sociais em saúde. Os saberes e as práticas tradicionais e contemporâneas de grupos étnico-culturais, diversos daqueles do norte global, bem como as racionalidades e práticas complementares e integrativas, não têm centralidade nas discussões da Saúde Coletiva. Assim prejudicaram-se as reflexões relativas à interepistemicidade. É necessário avançar na construção de conhecimentos híbridos, criados na porosidade entre as epistemologias tradicionais, complementares e integrativas, rompendo a subalternidade colonial de saberes e com práticas excludentes. Neste eixo serão bem-vindas reflexões que abranjam: Práticas Tradicionais, Complementares e Integrativas; Gestão das PICS no SUS; Difusão, Divulgação e Utilização das PICS em tempos de pandemia; Novos saberes, saberes em diálogo em estudos teóricos, metodológicos e práticas inclusivas (participativas, colaborativas) das diferentes pessoas envolvidas (comunidade, estudantes, famílias, movimentos sociais, profissionais, pesquisadores, gestores etc.) em articulação com os princípios da democracia, da equidade e da justiça social; Saberes e práticas em saúde de grupos étnico-culturais afro-brasileiros, indígenas, ciganos, migrantes, entre outros, produzidos a partir de referenciais tradicionais não ocidentais, ou do sul global.

Eixo 09 - Saúde Coletiva, ciência, tecnologia, inovação e soberania

O termo soberania diz respeito ao exercício do poder nas relações interestatais: o grau de autonomia política, econômica, científica, tecnológica, etc. que cabe a um estado nacional. Na atual etapa de desenvolvimento do capitalismo que, a partir da década de 1990 chamou-se neoliberal, a soberania dos estados nacionais foi relativizada mediante mecanismos de globalização econômica e financeira, tendo sido mantida, entretanto, uma sólida hierarquia de poder entre nações. Neste século, movimentos geopolíticos tendentes a alterar essa hierarquia – a emergência de uma nova potência econômica (China) e militar (Rússia), desafiantes da potência hegemônica (Estados Unidos) e a emergência da pandemia de Covid-19, vêm impactando a globalização em muitos aspectos. No campo da Saúde Coletiva, essa fragilização ficou nítida na dinâmica de produção e distribuição de vacinas e outros produtos de saúde, concentrada em poucos países que praticamente abandonaram as iniciativas multilaterais da OMS e da OMC. Com a guerra na Europa as “cadeias produtivas globais” sofreram, e continuarão a sofrer, importante erosão. Essa conjuntura obriga o Brasil a repensar a sua inserção produtiva e tecnológica internacional, no sentido de aumentar sua soberania no que se refere a produtos industriais de saúde. Em relação aos serviços de saúde, a abertura do setor à entrada de capital estrangeiro permitiu a participação e o controle de empresas estrangeiras na assistência à saúde de forma indiscriminada e vem impactando a relação entre o SUS e a saúde suplementar. O debate sobre o grau de soberania na indústria e nos serviços são os temas centrais deste eixo e sobre os quais se aguarda o envio de trabalhos.

Eixo 10 - Saúde Coletiva e a interação entre suas três subáreas disciplinares

A Saúde Coletiva constitui hoje um consolidado espaço social de conhecimentos e práticas em saúde. Em seu crescimento e correspondendo à diversidade de questões colocadas para o conhecimento e para as práticas em saúde, desdobrou-se internamente em três subáreas: a epidemiologia, as ciências sociais e humanas em saúde, e a política, o planejamento e a gestão da saúde. Às especificidades dessas subáreas acrescentou-se o bem-vindo crescimento do leque de suas temáticas próprias, contudo, igualmente reconhecemos a importância da interação entre elas para sustentar a consolidação do campo. Entendemos que as subáreas possuem objetos, métodos e metodologias particulares, em termos do conhecimento científico que será referência para as práticas de saúde, enfatizamos que preocupar-se com essa diversidade é também preocupar-se com esse coletivo, propondo um olhar integrador e uma disposição dialógica na e com a diversidade necessária à Saúde Coletiva. O propósito desta postulação é respeitar a pluralidade tanto quanto o coletivo construído. O eixo busca chamar a atenção para fragmentações que podem obscurecer e afastar o reconhecimento do que é comum às subáreas, bem como das temáticas que lhes são transversais. É urgente um debate nesse sentido, estimulando a comunidade abrasquiana a refletir sobre essa dialética entre o específico e o comum, entre as interfaces possíveis das três subáreas que compõem a Saúde Coletiva, com foco na promoção, prevenção, e recuperação da saúde.

Eixo 11 - Educação e Formação em Saúde Coletiva

A política de saúde no Brasil ordena a formação dos trabalhadores do setor e aponta o processo de trabalho em saúde como eixo estruturante para a organização de processos educativos. A formação é reconhecida como componente importante para a qualificação da força de trabalho e para o fortalecimento e desenvolvimento do SUS. A área de trabalho e educação na saúde se debruça sobre o enfrentamento de questões que remetem à transformação das práticas educativas, profissionais e de gestão, desafiando o acesso e a permanência por meio das ações afirmativas, bem como as referências e estratégias metodológicas, a fim de avançar no conhecimento e reconfigurar as práticas. Ressalta-se o esforço que resultou nas atuais Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos da Saúde, que tomam como meta a formação de profissionais com competências relacionadas à qualidade técnica, ética e às diretrizes do SUS.(…)” Precisamos de um esforço político para sua efetivação e ampliação, além de ferramentas metodológicas nas Instituições de Ensino Superior e escolas técnicas para aproximar a formação dos profissionais de saúde das reais necessidades do SUS. A estratégia da Educação Permanente em Saúde também objetiva a construção de ações que fomentem mudanças nas práticas de trabalho e nas relações sociais entre os cidadãos e os profissionais da saúde, sempre em diálogo com a gestão. Temáticas como a melhoria da qualidade do cuidado, a capacidade de comunicação e o compromisso social entre as equipes de saúde fazem parte das ações da EPS. Importa refletir e propor políticas indutoras da formação de pessoal especializado voltadas ao SUS como, por exemplo, a regulação e ampliação de vagas de residências médicas e multiprofissionais, necessária para enfrentar o desequilíbrio regional de oferta de vagas. Temas como a regulação do sistema educacional, a internacionalização da formação, o trabalho em rede e a educação interprofissional, modelos de formação, assim como a incorporação de temas emergentes e tecnológicos na formação dos trabalhadores colocam-se como atuais e necessários. Assim como reflexões sobre a formação em práticas complementares e integrativas em saúde, Formação em PICS no SUS e para o SUS; Ensino das PICS na Graduação e Pós Graduação

Eixo 12 - Informação, Comunicação e Saúde: diálogos sobre novos cenários e desafios para a Saúde Coletiva

Problematizamos interfaces e cenários de comunicação e de informação nas práticas do SUS no contexto da saúde. As reflexões partem das premissas: direito à comunicação e à informação é essencial para a garantia do direito à saúde; sistemas de informação em saúde são estratégicos e patrimônio da sociedade brasileira. Promover diálogos que ampliem a participação social, fortaleçam a governança pública, diminuam assimetrias e desnaturalizem desigualdades. Pretende-se realizar o debate deste eixo temático incentivando trabalhos que focalizem alguns dos temas propostos a seguir: Tensões e contradições das tecnologias digitais, impactos em práticas e saberes nas redes de atenção à saúde; novas formas de comunicação e informação em saúde; Efeitos da adesão acrítica às tecnologias digitais e da invisibilidade da excelência no setor público na capacidade do SUS em produzir e difundir informações qualificadas em saúde; Desinformação (discursos colonizadores, infodemia e fake news); repercussão nas relações sociais e na credibilidade do SUS; Desmonte do Estado, privatização das infraestruturas públicas de comunicação e informação, transformação digital e mercantilização da vida (privacidade dos dados dos cidadãos, precarização do trabalho, tecnologias de controle digital); Novos regimes de produção de informação e diálogos entre ciência e saberes populares; novos atores sociais, produção de visibilidades, reconhecimento social e intervenção nas políticas públicas; exclusão e disputas por escuta no espaço público. Mídias Sociais e estratégias de regulação. Utilização de estratégias de comunicação e educação para a promoção da saúde. Sistemas de informações da saúde (SIM, SIH, SINAN, etc): suas contribuições e necessidades de qualificação para a democracia, diversidade, equidade e justiça social.

Eixo 13 - Interseccionalidades, lutas sociais e direitos humanos na saúde

Nas últimas décadas, temos uma profusa transformação das lutas por justiça social e equidade, impulsionadas por grupos sociais e minorias historicamente invisibilizados, como mulheres, população negra, povos indígenas e comunidades tradicionais, pessoas com deficiência e população LGBTQI+. Tanto na atuação política quanto na produção de conhecimento eles têm protagonizado e reconfigurado os debates sobre diversidades e inclusão social, evidenciando as interseções entre gênero, racismo, etnicidade, deficiência e heteronormatividade na produção de desigualdades sociais e em saúde. Essa produção acadêmica consolidou o debate das interseccionalidades, e, dessa forma, tem fortalecido a luta desses grupos na defesa dos direitos humanos. Nesse eixo, convidamos contribuições das diversas abordagens metodológicas para, numa perspectiva interseccional, evidenciar e discutir as diversidades, desigualdades e injustiças sociais e em saúde. Buscamos trabalhos que visibilizem e reflitam o protagonismo e o caráter propositivo das lutas sociais de mulheres, população negra, povos indígenas e comunidades tradicionais, pessoas com deficiência e população LGBTQI+, e demais grupos em situação de vulnerabilidades, na defesa dos direitos humanos e na formulação de políticas públicas. Procuramos fortalecer no campo da saúde coletiva as discussões sobre racismo, etnicidades, gênero, acessibilidade, inclusão social e diversidades.

A programação do congresso estará estruturada com base nos eixos temáticos a seguir. Para conhecer as ementas, basta clicar nos nomes dos eixos temáticos.

» Eixo 01 - Relações saúde, ambiente e sociedade
» Eixo 02 - Desafios e caminhos para (re)construção do Brasil e o papel das políticas sociais
» Eixo 03 - Sistema Único de Saúde: desafios persistentes e perspectivas
» Eixo 04 - Cidadania: fragilidades e potências da participação social
» Eixo 05 - A pandemia de COVID-19 e seus legados
» Eixo 06 - Saúde em um mundo globalizado, o diálogo Sul - Sul e a Agenda 2030
» Eixo 07 - Saúde Coletiva e as transformações no mundo do trabalho
» Eixo 08 - Saúde Coletiva, diversidade cultural e epistemologias
» Eixo 09 - Saúde Coletiva, ciência, tecnologia, inovação e soberania
» Eixo 10 - Saúde Coletiva e a interação entre suas três subáreas disciplinares
» Eixo 11 - Educação e Formação em Saúde Coletiva
» Eixo 12 - Informação, Comunicação e Saúde: diálogos sobre novos cenários e desafios para a Saúde Coletiva
» Eixo 13 - Interseccionalidades, lutas sociais e direitos humanos na saúde



4. CONFLITO DE INTERESSES

Os princípios da ABRASCO incluem o compromisso com práticas éticas e transparentes. Alguns tipos de interesses que competem ou são conflitantes com esses princípios são barreiras para a submissão de resumos em qualquer dos formatos aceitos pelo congresso. Outros interesses, apesar de não serem barreiras, devem ser declarados como parte de um processo transparente. O preenchimento do campo existente no formulário relativo a conflito de interesses é uma pré-condição para a submissão de resumos. Dessa maneira, a Comissão Científica se reserva ao direito de recusar resumos de trabalhos onde se verifique a existência de conflitos de interesses.

Para decidir se há ou não potenciais conflitos de interesse a serem declarados, cada autor deve considerar:

• Qualquer empresa ou organização que represente qualquer indústria farmacêutica, de tabaco e de alimentos e bebidas; fabricantes de equipamentos e de insumos; prestadores de serviços diagnósticos; corretoras, seguradoras e operadoras de planos de saúde.

• Organização sem fins lucrativos que receba recursos de qualquer empresa privada, ou que tenha eu seu núcleo gestor mais de 25% de membros empregados por (ou associados a) qualquer empresa privada; e

• Organização não governamental de interesse comercial/privado.

Potenciais conflitos incluem as seguintes possibilidades de relação entre o autor e as organizações listadas acima:

• Vínculo empregatício e outras atividades remuneradas: Qualquer vínculo empregatício, consultoria, cargos de diretoria, honorários e outras posições ou associação em qualquer nível.

• Financiamento a projetos e bolsas de pesquisa: Consultorias, bolsas e honorários de apoio à pesquisa, apoio para a participação em conferências e reuniões, ou para cobrir despesas de viagem, acomodação ou publicações. No caso de pessoas vinculadas a instituições acadêmicas, considerar também fontes de financiamento para projetos de pesquisa e outras atividades acadêmicas.

• Serviços honorários: Membro honorário da mesa diretiva ou acionista de empresa.

• Presentes e doações: Presentes, doações e outros benefícios recebidos.

• Outros interesses: Qualquer outro interesse que o autor prefira declarar para preservar a transparência, ou que possa causar comentários adversos, constrangimento ou outra dificuldade caso sejam tornados públicos por meio de terceiros.

Para assegurar a transparência sobre potenciais conflitos de interesse envolvidos no trabalho apresentado, no formulário eletrônico de submissão de resumos, o autor deverá preencher os seguintes campos:

Você tem interesses potencialmente conflitantes a declarar? 1. Sim 2. Não

Em caso afirmativo, detalhe.



5. CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE RESUMOS

A comissão avaliadora será formada por profissionais com formação e experiência na área e que considerarão os seguintes itens no momento da avaliação:

 

  • Adequação à temática do congresso;
  • Adequação ao escopo do eixo temático escolhido;
  • Organização, capacidade de síntese e clareza de exposição dos objetivos, métodos, resultados e conclusões;
  • Adequação conceitual e metodológica para o alcance dos objetivos do estudo;
  • Coerência entre os resultados e as conclusões;
  • Adequação do título;
  • Relevância, atualidade e natureza inovadora (nova aplicação/contribuição ao conhecimento existente);

Observações:

Resumos que não cumpram com as exigências descritas não serão aceitos.

Resultados com afirmações como “resultados serão apresentados” e ou “dados serão analisados” não serão considerados.

Todos os trabalhos ao serem apreciados para a seleção poderão contemplar sugestões de seus autores quanto à modalidade preferencial de apresentação, contudo, caberá à Comissão Cientifica a decisão final, de acordo com os critérios de avaliação.

A partir de 14 de outubro de 2022, a Comissão Organizadora comunicará aos autores a data, o horário e o local para apresentação dos trabalhos aprovados.

O número de trabalhos aprovados será definido de acordo com os critérios da Comissão Científica e segundo a adequação ao tempo e aos espaços disponíveis para a realização do congresso.

Os resumos recebidos serão publicados nos Anais do Congresso sem edição. Por isso, reforçamos a importância da revisão ortográfica e gramatical no preparo dos mesmos. No mesmo sentido, devem ser observadas as orientações referentes ao padrão para preenchimento do título, do(s) nome(s) de autor(es) e do resumo.



6. DATAS E PRAZOS IMPORTANTES

Data limite para envio de resumos: 13/06/2022

Divulgação do resultado da avaliação: A partir de 12 de agosto de 2022

Prazo para mudança de autor responsável: 23 de setembro de 2022

Prazo para pagamento da taxa de inscrição para autores responsáveis e apresentadores: 23 de setembro de 2022

Divulgação do dia e horário de apresentação dos trabalhos: A partir de 14 de outubro de 2022



7. APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS NO CONGRESSO

Modalidades de apresentação

Há três modalidades de apresentação:

  1. Comunicação Oral
  2. Apresentação Curta Assíncrona
  3. Outras linguagens (teatro, vídeo, performance e outros)

Os trabalhos aprovados nas três categorias existentes (Abrasco Jovem, Relatos de Pesquisas e Relatos de Experiências em Saúde Coletiva) poderão ser apresentados em três modalidades:

7.1. Comunicação Oral

Os trabalhos aprovados nessa modalidade serão apresentados em sessões temáticas de Comunicação Coordenada, com duração de 90 minutos e seis trabalhos por sessão.

Cada trabalho terá dez minutos para apresentação. Após as apresentações, haverá debate com os respectivos autores mediado por um coordenador, a ser designado pela Comissão Científica.

 

7.2. Apresentação Curta Assíncrona

Os trabalhos aprovados nessa modalidade serão apresentados de forma assíncrona, ou seja, poderão ser reproduzidos em qualquer momento do evento, havendo a possibilidade de interação via comentários. A apresentação se dará por meio da exibição de um vídeo de até seis minutos de duração. Após a divulgação do resultado da avaliação, será enviado antecipadamente um e-mail com as instruções para o envio das apresentações.

Para emissão do certificado é necessário que o autor responsável pelo trabalho esteja presente no congresso.

 

7.3. Outras linguagens

No ato da submissão do resumo, o participante deverá especificar qual é a linguagem adotada e o modo como será realizada: artes visuais (fotografia ou vídeo); artes cênicas e literatura (teatro, sarau); artes plásticas; expressão vocal, instrumental e corpo/dança; outras (especificar).

Ressalta-se que devem constar no resumo os materiais (formatos e suportes necessários) referentes à modalidade de apresentação escolhida e ao tempo de necessário para apresentação.



8. CERTIFICADOS E PUBLICAÇÃO NOS ANAIS

  • Será disponibilizado on line (na área restrita do autor responsável pelo resumo) apenas um certificado por trabalho aprovado, no qual constarão os nomes de todos os autores e coautores.

 

  • Certificados de participação serão disponibilizados on line (na aérea restrita) sete dias após o evento. O participante deverá acessar a sua área restrita, utilizando o seu login e a sua senha.

 

  • Certificados de apresentação de trabalho nas diferentes modalidades serão disponibilizados on line (na área restrita do apresentador), no site do congresso, sete dias após o evento. Para acessar a área restrita, o apresentador deverá utilizar o seu login e a sua senha.

 

  • Os anais serão disponibilizados no site do congresso até 30 dias após o evento.

 

  • Apenas os trabalhos aprovados, apresentados durante o congresso e com presença do autor responsável pelo trabalho farão parte da publicação.


9. INSTRUÇÕES PARA ENVIO DE RESUMOS

Para submeter trabalhos ao processo de avaliação, você deverá acessar o menu restrito "Meus Trabalhos". Caso você não esteja visualizando este menu, é porque ainda não foi reconhecido pelo sistema. Neste caso, proceda conforme as seguintes instruções:

Novo usuário

Se você ainda não fez sua inscrição no evento, acesse o menu "Inscrições" e preencha o formulário ao final da página. Lembre-se de ler atentamente as informações contidas nesta página antes de proceder com o cadastro. Ao finalizar o envio do formulário, acesse sua área restrita para que você encontre o menu "Meus Trabalhos", mencionado acima. Para cadastrar-se, clique aqui.

  • Usuário já cadastrado

Se você já efetuou sua inscrição, basta acessar sua área restrita, informando o login e a senha correspondentes. O login e a senha foram preenchidos por você no momento da inscrição. Caso tenha se esquecido de seus dados de acesso, clique no botão "Lembrar senha".

Você receberá mensagem imediata, caso seu resumo tenha sido enviado com sucesso. Caso não a receba, entre em contato com a Secretaria do evento através do e-mail trabalhos2022@saudecoletiva.org.br

Antes do envio de seu resumo, faça uma revisão detalhada do texto que será submetido para avaliação. Caso você perceba algum antes do prazo final, dia 13 de junho de 2022, será permitida a edição do resumo. Para isso, basta acessar a sua área restrita, e, na seção “MEUS TRABALHOS”, clicar no título do trabalho. Após o prazo para envio, revisão e alteração de resumos, não será possível editar o conteúdo enviado.